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Histórias de Livros

"Os livros são espelhos: só se vê neles o que a pessoa tem dentro." Carlos Ruiz Zafón

"Os livros são espelhos: só se vê neles o que a pessoa tem dentro." Carlos Ruiz Zafón

Histórias de Livros

15
Jun18

Carlos Ruiz Zafón e o Cemitério dos livros esquecidos

São quatros livros. Quatro histórias relacionadas, mas que podem ser lidas individualmente. A sombra do vento, O jogo do anjo, O prisioneiro do céu e O Labirinto dos Espíritos. Porque sou uma alma atormentada e tenho um leve transtorno obsessivo-compulsivo, tive de seguir a ordem que indiquei, a ordem pela qual eles foram surgindo. Comecei no ano passado e terminei este ano. Gosto de deixar as histórias respirarem e ver como o mesmo autor me faz sentir passado algum tempo. Ainda me surpreende? Ainda me capta a atenção ou perdi o interesse? 

Tomei conhecimento deste autor por um amigo no Goodreads. Julgo que ele já ia no terceiro e o título chamou-me à atenção. Mais ainda quando li a sinopse. Confesso que quando as coisas me parecem ter muita mística à mistura fico um pouco de pé atrás, mas resolvi arriscar. 

A sombra do vento foi uma leitura arrebatadora. São histórias de amor que se vivem nestas páginas dos quatro livros, mas o enredo criado à sua volta, o contexto histórico e os surpreendentes rumos e desfechos de cada personagem, a forma como tudo se enquadra e faz sentido no final, aliados a uma escrita leve e bonita e à forma surpreendente como Zafón cria quatro histórias independentes que se entrelaçam e encontram a certo ponto, torna a sua leitura uma viagem maravilhosa. 

Foi uma ótima experiência e, sim, é de facto possível ler apenas um dos livros e perceber. Cada um tem princípio, meio e fim. É possível também ler aleatoriamente, mas pessoalmente acho que o enredo ganha uma maior dimensão quando lidos como se de uma sequência se tratasse, a sequência que o autor escolheu para nos dar a conhecer cada pormenor no tempo que considera certo.

01
Jun18

Kafka à beira mar por Haruki Murakami

Descobri este livro num concurso de conhecimento geral, que passava na televisão há alguns anos. Surgiu como uma das hipóteses de resposta e, a forma como o participante falou sobre o autor e esta obra em particular, deixou-me curiosa. Pouco tempo depois, deparei-me com ele numa feira do livro e decidi experimentar. 

Para mim, a escrita de Murakami se fosse um género musical seria ela mesma o jazz. Talvez pelas inúmeras referências que lhe faz nas suas obras, ou consequentemente por conseguir pôr nas palavras a irreverência e a magnitude do jazz, garantido fluidez naquilo que escreve.

Kafka à beira mar alia o real com um universo paralelo, muitas vezes deixando-nos sem perceber se o que conta poderia ou não fazer parte do real. 

É uma história confusa, tal como a vida, mas é também uma grande reflexão sobre esta e os personagens que dela fazem parte. 

 

01
Jun18

Leituras

Ler, um escape que nos permite um refúgio e abre as portas ao mundo ao mesmo tempo. Não sou leitora desde que nasci, nem desde que aprendi a ler, mas fui crescendo e aprendendo a ler, a descobrir o que mais gosto nos livros e nas palavras, porque se torna importante para mim ler e porque todo o ser humano o devia fazer. 

Sugestões na perspetiva de quem leu e não sinopses.

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